sexta-feira, 11 de outubro de 2013

Las Acacias – Dir. Pablo Giorgelli – 2011

Os road movies são, por excelência, representações de jornadas de transformação, de descobertas. Os cineastas utilizam as estradas que levam à exploração de novos territórios para que seus personagens explorem seus sentimentos. Medos, traumas e desejos são revelados, ou revisitados, ao longo do trajeto. São viagens de autodescoberta. O longa argentino “Las Acacias”, de Pablo Giorgelli, é mais uma produção a utilizar o formato do road movie  para trabalhar exatamente todos esses temas.
O filme acompanha a história de Rubén (Germán de Silva), um simples caminhoneiro que está transportando uma carga de madeira, saindo de Assunção no Paraguai com destino a Buenos Aires. Paralelamente ao seu trabalho, Rubén aceita outra tarefa, a pedido de seu chefe: dar carona a uma jovem paraguaia, Jacinta (Hebe Duarte), até a capital argentina. Quando encontra a garota, o caminhoneiro se depara, então, com algo que não estava em seus planos, Anahí (Nayra Calle Mamani), a filha de Jacinta, de apenas cinco meses de idade. Mesmo a contragosto, Rubén acolhe a mãe e a criança em seu caminhão e segue viagem.
Desde os primeiros planos, em que acompanhamos o início da viagem e os hábitos diários de Rubén, o diretor Giorgelli faz questão de mostrar que seu personagem principal vive em um universo fechado, e que tanto Jacinta quanto sua filha são elementos estranhos a esse ambiente. Os dez minutos iniciais do longa, até o momento em que Rubén encontra Jacinta, não possuem nenhum diálogo. Nesse espaço de tempo, Giorgelli apresenta traços da personalidade do caminhoneiro apenas através de suas expressões, gestos e pequenas ações.
Las-Acacias-DVD-Review-The-Film-Pilgrim-Hebe-Duarte-Nayra-Calle-Mamani-German-de-Silva
Ao longo da projeção, os diálogos vão surgindo timidamente, sempre curtos, servindo para informar apenas o básico sobre os personagens. Essa construção gradativa e sem pressa é um dos acertos do diretor, que se mostra extremamente seguro em seu primeiro trabalho atrás das câmeras. Giorgelli impõe uma mise en scène rígida, trabalhando sempre com planos médios e fechados, com raríssimos planos abertos. Isso serve para delimitar o universo particular de Rubén, a cabine de seu caminhão. A invasão de seu território por Jacinta e Anahí é, a princípio, rejeitada por Rubén, que apesar de nunca se mostrar rude com suas passageiras, aparenta estar visivelmente incomodado com a situação.
Mesmo com essa construção cênica muito bem calculada, Giorgelli toma o cuidado de não deixar que a artificialidade tome conta de seu filme. Ao contrário, uma das grandes qualidades de “Las Acacias” é a naturalidade que o filme exala. Esse efeito se deve essencialmente à condução e ao desempenho do casal protagonista. Em seu primeiro trabalho, Hebe Duarte interpreta Jacinta com muita delicadeza, transformando-a em uma personagem frágil e extremamente simpática. Germán de Silva, constrói Rubén de forma magistral. O calado, e aparentemente rabugento, caminhoneiro vai lentamente se mostrando um homem solitário, que dentro de seu cansativo dia a dia ainda encontra espaço para pequenos prazeres, como tomar o seu mate ou comprar um presente de aniversário para a irmã que não vê há meses. O diretor abdica também do uso de trilha sonora, para conferir ainda mais realismo às emoções despertadas por seu filme.
Mas é mesmo a personagem da criança, Anahí, que se torna a alma do longa. A pequena Nayra é um verdadeiro achado. Com seu rosto e olhos expressivos, a garota provoca verdadeiro encantamento, transmitindo total espontaneidade, como se a história fosse sendo construída em torno de suas ações. Com essa facilidade para encantar o público, fica mais simples compreender o efeito causado em Rubén, que começa a criar afeição pela garota, acabando por refletir esse afeto também por Jacinta.
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Giorgelli não aposta em grandes reviravoltas, conflitos ou novos personagens, o trio central tem pouquíssimo contato com o mundo fora do caminhão, e demonstrando muita competência e sensibilidade (que lhe valeram o prêmio Caméra D’Or no Festival de Cannes em 2011), consegue tirar complexidade de sua trama aparentemente simples e direta. Elementos externos à jornada do trio principal não interessam ao cineasta, apenas os efeitos que exercem nos mesmos. Por isso, se não há maior aprofundamento no motivo pelo qual Rubén não vê seu filho há mais de cinco anos, é porque o que interessa a Giorgelli é que essa ausência faça com que o instinto paternal do caminhoneiro aumente ainda mais com a presença de Anahí. Da mesma forma, quando Jacinta chora ao fazer uma ligação para sua mãe, o motivo do pranto não é revelado. A causa não é foco, mas sim sua consequência, com a preocupação de Rubén em relação à garota.
E assim, de forma sutil, o filme ganha traços de um possível romance. Rubén finalmente consegue enxergar novos rumos, redescobre a possibilidade de trilhar caminhos diferentes. Ao final da viagem, o público se dá conta de que, assim como Jacinta e Anahí, também se tornou um passageiro no caminhão de Rubén, acompanhando de perto sua belíssima e tocante jornada de recomeço.
Por Leonardo Ribeiro

TEATRO GEO


O Teatro Geo, localizado dentro do Instituto Tomie Ohtake, em São Paulo, mudou seu nome, a partir deste mês, para Complexo Cultural Ohtake. O Teatro, que até então era administrado pela GEO Eventos, do grupo Globo, passa agora às mãos da Time For Fun.
 
O espaço, que tem capacidade para 627 pessoas e comporta a realização de espetáculos musicais, teatrais e eventos corporativos, já tem nova programação: em dezembro, a peça A Casa dos Budas Ditosos (com Fernanda Torres) inicia temporada de comemoração de 10 anos e, para março de 2014, está prevista a estreia da montagem brasileira do musical Jesus Cristo Superestar, com direção de Jorge Takla.
 
(Fontes: Veja SP e UOL Economia / Foto: Divulgação)
 

Como não ser enganado

Como não ser enganado

Como já falamos algumas vezes, vida de ator realmente não é fácil. Além de trabalhar muito, normalmente não ter um serviço certo, ganhar pouco e ter que sempre investir bastante dinheiro em material e cursos para se reciclar, ainda tem que lidar com uma legião de vilões da vida artística: “os picaretas”.
 
Apenas dando uma rápida pesquisada na internet, encontramos páginas e páginas de reclamações e notícias acerca de golpes dados em pessoas que apenas queriam entrar no meio artístico. Inclusive esta é a maior motivação do picareta. Como ser ator é um sonho recorrente das pessoas, agências e produtores mal intencionados usam e abusam deste trunfo apenas para tirar dinheiro dos desavisados.
 
Mas nem tudo está perdido. Existem formas de reconhecer um picareta de longe e, assim, se prevenir de entrar em uma grande furada. Veja nossas dicas:
 
1- Reconhecendo um Picareta
 
“Estamos acostumados a ter nossos atores na Globo, na Record e no SBT”
Desconfie sempre de promessas fáceis de que você estará no casting da Rede Globo (ou qualquer outra emissora) na semana seguinte. Não é tão simples assim trabalhar na TV, é necessário que você realize seu cadastro nas emissoras e torcer para ser chamado. Sem falar do networking, participando de cursos e workshops com diretores renomados, etc.
 
“Se agenciando aqui, você terá um trabalho garantido para o seu perfil na semana que vem”
Cuidado com essas “garantias” de que basta você se agenciar com aquela empresa que você já terá um teste no dia seguinte. Dependendo de seu perfil, (se for comercial e algo que os produtores de elenco buscam bastante), pode acontecer de realmente não demorar muito para você começar a fazer testes. Mas também pode não acontecer, e demorar algum tempo. É normal e tem que ter paciência.
 
“Para se agenciar aqui, você precisa ter um book feito pela agência. Ele é cinematográfico!”
Nunca caia nessa. Aliás, este é o golpe mais velho do mundo utilizado pelos picaretas. Para ser agenciado, os atores precisam sim ter material profissional de boa qualidade e atualizado. Mas nenhuma agência idônea pode obrigar um cliente a ter material feito por eles. A agência até pode indicar algumas produtoras de sua confiança para realizar o material, mas em hipótese nenhuma pode usar um book, por exemplo, como moeda de troca para seu agenciamento. Ainda nesse assunto, cuidado com o famoso “book cinematográfico” ou que venha com qualquer superlativo no nome acompanhando a palavra book de fotos. Normalmente os picaretas usarão isso para te cobrar um preço de no mínimo quatro dígitos, todo encadernado como um livro, pronto para impressionar os olhos de quem está deslumbrado, e que normalmente não tem uma boa qualidade. Pessoal, uma coisa importante: book impresso quase não serve para nada hoje em dia, pois todo o seu material é enviado ao produtor de uma vaga, por exemplo, por e-mail e em baixa resolução. A própria agência lida com o contratante dessa maneira. E outro detalhe, fique de olho na qualidade do book que é oferecido. Pessoas em poses sensuais, com muita maquiagem, roupas exageradas, etc, tendem a ser um indicador do quanto aquela empresa é enganadora.  Os books de atores sempre seguem um estilo clean, claros, com roupas discretas e pouca maquiagem. Um produtor de elenco não vai perder nem dois minutos com você se estiver usando na foto uma roupa preta, colada e decotada, num fundo preto, com equipamentos do estúdio aparecendo, com o rosto tão maquiado quanto um palhaço de circo e dedinho na boca. A menos que seja para dar uma risada de você.
 
“Para participar de nosso casting, você tem que pagar uma taxa de R$ 1.400,00”
Nenhuma agência idônea cobra para representar um ator. As agências infantis, especializadas em atores e atrizes mirins, costumam cobrar uma taxa. Porém não passa nem perto desse valor citado acima, é bem mais barato. Desconfie de empresas que cobram. Tenha sempre em mente que não se paga para trabalhar. As agências lucram de outra forma, ganham uma porcentagem do produtor da vaga de trabalho quando alguém de seu casting é escolhido. Percebe que é uma via de mão dupla? Você não tem que implorar para ser agenciado, é também do interesse da agência ter você no casting para que ela lucre COM você, não SOBRE você. 
 
“CASTING, PERFIL AAA – CACHÊ R$ 10.000,00!!!!”
Outra coisa: desconfie também de trabalhos com cachês astronômicos. Pode até ser verdade, mas normalmente isto não passa de um chamariz para que você se cadastre na agência ou utilize qualquer tipo de serviço que poderão te cobrar mais tarde, como books, videobooks, composites, entre outras coisas. Sem falar que também pode acontecer de você fazer o trabalho e nunca ver nem a cor desse dinheiro na sua conta. Aliás, uma observação pessoal (fica a dica para quem quiser responder nos comentários): produtores de elenco, o que vocês querem dizer com perfil “AAA”? Alguém no perfil das Pilhas Palito (AAA)? Enfim, lembre-se do ensinamento da sua avó: “Quando a esmola é grande, o santo desconfia”. 
 
2- Evitando um Picareta
Se você se assustou com o que você leu acima e perdeu a fé na humanidade, calma. Existem formas de se evitar cair em golpes de picaretas.
 
- Sempre pesquise uma empresa antes de qualquer coisa. Graças ao mundo conectado em que vivemos, é fácil encontrar podres de uma empresa quando ela possui um. Antes de assinar qualquer tipo de contrato, ou até mesmo de procurar pelo serviço de uma empresa, entre em sites de busca pesquisando algo do tipo “agência X + reclamações” ou páginas do gênero do “Reclame Aqui” (www.reclameaqui.com.br). Se ela for picareta você vai encontrar alguma coisa.
 
- Sempre peça indicações de empresas. O ideal quando você vai se agenciar é pedir por indicações de empresas idôneas que outros atores já tenham tido uma boa experiência. Se você não conhecer pessoalmente nenhum ator, não tem problema. Existem grupos específicos do meio artístico nas redes sociais, em que os atores trocam informações de oportunidades, cursos, dicas, notícias, entre outras. Indicações também costumam aparecer nos tópicos. Este é um ótimo local também para perguntar sobre a reputação de uma determinada agência ou produtor. Se algum deles tiver sido enganado ou ficado insatisfeito com qualquer coisa que a empresa tenha feito, tenha a certeza de que isso será amplamente discutido. 
 
- Sempre peça para ver um material realizado pela empresa quando você vai contratar uma produtora para fazer seus book e videobook. Apesar de não possuírem um preço absurdo, este tipo de material não é algo barato. Antes de contratar qualquer empresa, veja como ela trabalha, como fica o resultado de suas fotos, se o videobook segue o padrão que os produtores de elenco preferem, etc. Não adianta depois chorar pelo leite derramado. 
 
- Sempre denuncie uma empresa que prometeu algo e não cumpriu ou ofereceu uma propaganda enganosa. Assim como uma agência lhe enganou, ela irá enganar sem nenhum pudor outra pessoa que quer seguir seus sonhos e está disposto a qualquer coisa para isso. Não guarde esse problema apenas para você! Quando você denuncia, você está ajudando outra pessoa a não cometer o mesmo erro que você cometeu. Vale tudo: usar sites como o Reclame Aqui, denunciar publicamente em seu perfil no Facebook, blogs, rádios, meios de comunicação em geral, no SATED (o Sindicato dos Artistas, procure o mais próximo da sua cidade), no Procon, e por aí vai. Agora, na seção Guia de Serviços do Guia do Ator, você pode avaliar as empresas divulgadas por nós e deixar nos comentários como foi a sua experiência com elas. Não hesite! Ajude-nos a ajudar a classe artística a se livrar dos picaretas. 
 
Seguindo nossas dicas, não tem como cair em um golpe. E se você tiver caído em algum, nunca deixe de conversar abertamente sobre o assunto. Quanto mais informação na área as pessoas tiverem, mais rápido exterminaremos estas empresas que causam danos, às vezes irreparáveis, na vida das pessoas.
 
 Por Jessica Orsini  

quinta-feira, 10 de outubro de 2013

COMPANHIA CIRCO GODOT DE TEATRO APRESENTAM LE PETIT – GRANDEZAS DO SER


No próximo dia 19 o público de Juazeiro poderá prestigiar uma livre inspiração da Cia Circo Godot de Teatro para o mais lúdico personagem criado por Antoine de Saint-Exupéry. Nesta montagem, intitulada Le Petit: Grandezas do Ser, a Cia Circo Godot de Teatro apresenta um universo fabular em que a corrida contra o relógio, a fidelidade a um amigo doente e o medo da solidão são os princípios para ações que fundam uma narrativa lúdica e poética.
A peça acontece como um filme mudo, sem o uso da palavra, com uma trilha sonora minimalista percorrendo o trabalho do começo ao fim, e propõe uma diversidade de imagens, sonoridades e situações. Em cena, o ator italiano Damiano Massaccesi e três manipuladores. Mesmo sem ter uma única palavra pronunciada, o espetáculo diz muito ao público: sobre o viver, morrer e aprender a ser verdadeiramente companheiro do outro. Para fazer prevalecer uma atmosfera alegre e lúdica, Le Petit lança mão de todo um arsenal de ações, como malabares, equilibrismos, mágicas, acrobacias e brincadeiras.
Fundada há três anos no Recife por artistas brasileiros e italianos, a companhia apresentou já em seu primeiro trabalho uma qualidade cênica surpreendente, resultado de anos de estudos, empenho e dedicação. Circo Godot (2010), o primeiro feito, foi apresentado nas ruas da Grécia, Tunísia, Itália e Brasil. Na ocasião, Lucky e Pozzo, personagens de Samuel Beckett, serviram de pretexto para uma cena divertida e cheia de reviravoltas. Em 2011, a companhia apresentou seu segundo trabalho: “Besteiras (As Aventuras de um Giullare Moderno)”, contemplado com o Prêmio FUNARTE Myriam Muniz de Teatro. O projeto foi apresentado em importantes festivais da Itália e também fez turnê pela Europa, chegando agora ao Brasil através do 19° Janeiro de Grandes Espetáculos. Contemplado com o Prêmio FUNARTE Myriam Muniz de Teatro, Le Petit: Grandezas do Ser é o terceiro trabalho da Cia Circo Godot de Teatro.
A peça estrou em grande estilo, integrando a programação da 3ª Mostra Marco Camarotti. Após realizar temporada em Recife e outra na Itália, a peça será apresentada ao público juazeirense no próximo dia 19. Pão e Circo Esta apresentação integra uma campanha do SESC Juazeiro pela popularização das artes e não haverá cobrança de ingressos. Pede-se apenas que seja doado 01kg de alimento não perecível, que será destinado a comunidades carentes, posteriormente.
FICHA TÉCNICA
Direção: Quiercles Santana Dramaturgista: Ana Paula Sá Ator: Damiano Massaccesi (Ator) Manipuladores: Andrezza Alves, Flávia Fernanda, Rafaela Fagundes Audiodescrição: Andreza Nóbrega e Liliana Tavares Atirador Crítico de Sandálias: André Casaca e Dante Leonel Direção Musical: Kleber Santana Direção de Arte: Ana Paula Sá, Andrezza Alves, Quiercles Santana Iluminação: Luciana Raposo Preparação de Clown: Andre Casaca Preparação de Capoeira: Mestre Dendê Preparação de Yoga: Swami Munindra Mohan Programação Visual: Claudio Lira Residência Artística e Pedagógica: Espaço Fiandeiros e SESC /PE Produção: Andrezza Alves Realização: Companhia Circo Godot de Teatro Assessoria de Imprensa: Moretti Cultura e Comunicação
SERVIÇO
O quê: Le Petit: Grandezas do ser Onde: Teatro Patativa do Assaré - SESC Juazeiro do Norte Endereço: Rua da Matriz, 227 – Centro Telefone: (88) 3512 2532 Quando: Dia 19 de outubro, às 19h – Única Apresentação Ingressos: 01 kg de alimento não perecível. Faixa Etária Indicativa: 08 anos Lotação: 200 Lugares Duração: 60 minutos

12º Festival Internacional de Cinema de Arquivo - RECINE 2013


12º Festival Internacional de Cinema de Arquivo - RECINE 2013



A Cidade do Rio de Janeiro
De 25 a 29 de novembro, no Arquivo Nacional (Praça da República, 173, Centro)
Paraíso tropical, cidade partida, berço do samba, capital da bossa nova. São tantas as designações que se poderia achar que estamos falando de vários lugares do Brasil. Mas trata-se de um só: o Rio de Janeiro. Polo de cinema, cultura, esportes e turismo e um dos principais centros econômicos do país, o Rio de Janeiro foi escolhido como tema do REcine 2013 – 12º Festival Internacional de Cinema de Arquivo, que acontece em novembro, no Arquivo Nacional, com entrada franca, e terá como atrações as mostras informativa e competitiva de filmes, debates, oficinas e a Revista REcine nº 10.
O marco inicial do cinema brasileiro está fincado na cidade do Rio de Janeiro, graças à câmera do italiano Alfonso Segreto, que se deslumbrou filmando paisagens, acontecimentos políticos e eventos sociais na virada do século XX. A primeira exibição de filme no país aconteceu na Rua do Ouvidor, em julho de 1896. Nomes importantes para o desenvolvimento do cinema nacional fizeram do Rio sua base de operações, como os empresários Pascoal Segreto, Francisco Serrador e Adhemar Gonzaga, o fundador da Cinédia.
O ingresso do país na modernidade se manifestava na construção de salas de cinema e teatros, em meio às reformas “civilizadoras” pelas quais o Rio de Janeiro passava.
Foi também em terras cariocas que o movimento do Cinema Novo se desenvolveu e partiu para ganhar o mundo. O cenário para diversos filmes estrangeiros, que idealizavam ainda mais a cidade maravilhosa com romance e aventura, também nos mostrou, em preto & branco e em cores, as desigualdades e os problemas desta nação brasileira.
Um Rio inspirado de amores, tragédias, política, o Rio de Machado de Assis, Nelson Pereira dos Santos, David Neves, Cacá Diegues, Nelson Rodrigues, de várias histórias e personagens e múltiplas imagens. É essa riqueza de tons e encantos que o REcine vai apresentar, em filmes que tenham a cidade no roteiro, documentários, cinejornais e raridades cuja temática gire em torno do cotidiano e de fatos ocorridos em solo carioca. Nada como um cineminha depois da praia!
O REcine vem se destacando nos últimos anos por trazer ao grande público a discussão sobre a preservação do patrimônio audiovisual brasileiro. Além das mesas de debates, compostas por especialistas em conservação de acervos audiovisuais, o festival promove também oficinas gratuitas de vídeo e preservação.

RECINE 2013– 12º Festival Internacional de Cinema de Arquivo
A Cidade do Rio de Janeiro
Praça da República, 173 – Centro – Rio de Janeiro
Telefones: (21) 2179-1273 e 2220-9800
E-mails: recine@arquivonacional.gov.br e recine.rio@gmail.com
Entrada franca


terça-feira, 1 de outubro de 2013

WORKSHOP COM MARCELO ZAMBELI


Charlie Chaplin - aos 27 anos de idade.


Charles Spencer ChaplinKBE, mais conhecido como Charlie Chaplin(Londres,3 16 de abril de 1889 — Corsier-sur-Vevey1 , 25 de dezembro de 1977), foi um atordiretorprodutorhumoristaempresárioescritorcomediantedançarino,roteirista e músico britânico. Chaplin foi um dos atores mais famosos da era docinema mudo, notabilizado pelo uso de mímica e da comédia pastelão. É bastante conhecido pelos seus filmes O ImigranteO GarotoEm Busca do Ouro (este considerado por ele seu melhor filme), O CircoLuzes da CidadeTempos ModernosO Grande DitadorLuzes da RibaltaUm Rei em Nova Iorque e A Condessa de Hong Kong.
Influenciado pelo trabalho dos antecessores - o comediante francês Max Linder,Georges MélièsD. W. Griffith Luís e Auguste Lumière - e compartilhando o trabalho com Douglas Fairbanks e Mary Pickford, foi influenciado pela mímica, pantomima e o gênero pastelão e influenciou uma enorme equipe de comediantes e cineastas como Federico FelliniOs Três PatetasPeter SellersMilton BerleMarcel MarceauJacques TatiRowan AtkinsonJohnny DeppMichael JacksonHarold LloydBuster Keaton e outros diretores e comediantes. É considerado por alguns críticos o maior artista cinematográfico de todos os tempos, e um dos "pais do cinema", junto com os Irmãos Lumière, Georges Méliès e D.W. Griffith.
Charlie Chaplin atuou, dirigiu, escreveu, produziu e financiou seus próprios filmes, sendo fortemente influenciado por um antecessor, o comediante francês Max Linder, a quem dedicou um de seus filmes. Sua carreira no ramo do entretenimento durou mais de 75 anos, desde suas primeiras atuações quando ainda era criança nosteatros do Reino Unido durante a Era Vitoriana quase até sua morte aos 88 anos de idade. Sua vida pública e privada abrangia adulação e controvérsia. Juntamente com Mary Pickford, Douglas Fairbanks e D. W. Griffith, Chaplin fundou a United Artistsem 1919.
Seu principal e mais famoso personagem foi The Tramp, conhecido como Charlot na Europa e igualmente conhecido como Carlitos ou "O Vagabundo" no Brasil. Consiste em um andarilho pobretão que possui todas as maneiras refinadas e a dignidade de um cavalheiro (gentleman), usando um fraque preto esgarçado, calças e sapatos desgastados e mais largos que o seu número, um chapéu-coco oucartola, uma bengala de bambu e - sua marca pessoal - um pequeno bigode-de-broxa.
Foi também um talentoso jogador de xadrez e chegou a enfrentar o campeão estadunidense Samuel Reshevsky.
Em 2008, em uma resenha do livro Chaplin: A Life, Martin Sieff escreve: "Chaplin não foi apenas 'grande', ele foi gigantesco. Em 1915, ele estourou um mundo dilacerado pela guerra trazendo o dom da comédia, risos e alívio enquanto ele próprio estava se dividindo ao meio pela Primeira Guerra Mundial. Durante os próximos 25 anos, através da Grande Depressão e da ascensão de Hitler, ele permaneceu no emprego. Ele foi maior do que qualquer um. É duvidoso que algum outro indivíduo tenha dado mais entretenimento, prazer e alívio para tantos seres humanos quando eles mais precisavam."4
Por sua inigualável contribuição ao desenvolvimento da sétima arte, Chaplin é o mais homenageado cineasta de todos os tempos, sendo ainda em vida condecorado pelos governos britânico (Cavaleiro do Império Britânico) e francês (Légion d 'Honneur), pela Universidade de Oxford (Doutor Honoris Causa) e pela Academia de Artes e Ciências Cinematográficas dos Estados Unidos (Oscar especial pelo conjunto da obra, em 1972).

Figuras Alegóricas em debate no colóquio "O que é a pedagogia do teatro"


FIguras Alegóricas em debate no colóquio "O que é a pedagogia do teatro"
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“Teatro de figuras alegóricas” é o tema da 11ª mesa do colóquio “O que é a pedagogia do teatro?”, que acontece hoje (1º), às 19h, na Sede Roosevelt da SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco. O encontro tem entrada gratuita e é aberto ao público.

Com curadoria e mediação da Prof.ª Dr.ª Ingrid Dormien Koudela, livre-docente da ECA/USP, o Colóquio propõe a organização de temas, a serem debatidos por especialistas, com a proposta de ser um instrumento de trabalho da Pedagogia do Teatro. Os assuntos, que se estenderão até o final deste ano, serão debatidos em 13 mesas, que vão enfocar a Pedagogia do Teatro, na prática e na teoria. “Incorporamos, na proposta do Colóquio, temáticas que alcançaram projeção significativa no discurso internacional e que pertencem aos conhecimentos reunidos na área. Os encontros pretendem se caracterizar como disciplina de integração entre os polos teatro e pedagogia, bem como de disciplinas limítrofes”, observa Ingrid Koudela.

A mesa desta terça-feira reunirá o coordenador pedagógico da Escola, Joaquim Gama, e Ingrid Koudela.

Sobre os participantes das mesas

Ingrid Dormien Koudela
Livre-docente e professora do Curso de Pós-Graduação em Artes Cênicas na ECA/USP. Docente do Curso de Licenciatura em Teatro da Uniso (Universidade de Sorocaba). Autora de “Jogos teatrais” (Ed. Perspectiva, 2011), é tradutora e introdutora do sistema de Jogos Teatrais de Viola Spolin no Brasil. Pesquisadora de Bertolt Brecht, publicou os seguintes livros: “Brecht – um jogo de aprendizagem” (2007); “Um voo brechtiano” (1992); “Texto e jogo” (2010), e “Brecht na pós-modernidade” (1996), todos pela Ed. Perspectiva. Também é organizadora do volume “Heiner Müller – o espanto no teatro” (Perspectiva, 2003).  Com o Prof. Dr. Jacó Guinsburg, publicou a tradução da obra de Georg Büchner, “Georg Büchner – na pena e na cena” (Perspectiva, 2004). Indicado ao Prêmio Jabuti, em 2005.

Joaquim GamaDoutor em Teatro, na área de Pedagogia do Teatro, pela ECA/USP, em 2010, com o trabalho “A abordagem estética e pedagógica no teatro de figuras alegóricas – chamas na penugem”, com orientação da Prof.ª Dr.ª Ingrid Dormien Koudela. Fez mestrado em Artes pela mesma instituição, em 2000, com a tese “Velha-nova história: produto teatro – um experimento com alunos do Ensino Médio”, com orientação da Prof.ª Dr.ª Maria Lúcia Puppo. Especialista em Teatro-Dança pela ECA/USP, em 1992. Graduado pela Faculdade de Belas Artes de São Paulo, licenciado em Artes Cênicas (1984). Professor convidado da ECA/USP nos cursos de graduação. Coordenador pedagógico da SP Escola de Teatro. Desenvolve pesquisas nas áreas de Educação e Arte.
 
Serviço
Colóquio: “O que é pedagogia do teatro?”
Mesa 11: “Teatro de figuras alegóricas”
Com Ingrid Dormien Koudela e Joaquim Gama
Quando: Dia 1º de outubro, das 19h às 21h
Onde: SP Escola de Teatro – Sede Roosevelt
Praça Roosevelt, 210 – Consolação
Tel. (11) 3775-8600
Grátis 

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

A capivara Selvagem ou O Que Aconteceu Naquela Noite de Estreia?


Frank Menezes celebra 30 anos de carreira com a montagem “A Capivara Selvagem ou O Que Aconteceu Naquela Noite de Estreia?”, uma tragicomédia baseada no cinema noir e de terror psicológico. A peça retoma a parceria com o diretor Luiz Marfuz e também traz aos palcos os atores Marcelo Praddo e João Guisande
 
Um espetáculo tragicômico, com citações ao mundo do cinema noir e de terror psicológico marcam os 30 anos de carreira e sucesso do ator baiano Frank Menezes. “A Capivara Selvagem ou O Que Aconteceu Naquela Noite de Estreia?”, peça escrita e dirigida por Luiz Marfuz, e que conta com o veterano Marcelo Praddo e o jovem ator João Guisande.

Os 30 anos de carreira de Frank Menezes não é só uma vitória para o próprio ator, mas, sim, para o teatro baiano, pela imensurável contribuição que vem dando ao longo de três décadas, não só ao teatro quanto à TV e ao cinema nacional. A parceria de Frank Menezes e Luiz Marfuz, diretor do seu espetáculo de estreia no teatro, Cabaré das Ilusões (1983), neste momento em que o ator celebra sua carreira não foi à toa, pois existe uma intenção explícita de valorizar a dramaturgia baiana, encenando um texto de um dos mais respeitados autores e diretores baianos.

Foi justamente por conta dessa ideia de valorização que Frank Menezes decidiu não fazer um monólogo, o que pareceria óbvio e conveniente para celebrar os seus 30 anos, mas, sim, inserir e contracenar com atores baianos. Para esta missão, foram escalados o tarimbado Marcelo Praddo (“Hamlet”, “O Sumiço da Santa”, “Os Javalis”) e uma das revelações da nova geração de atores, como João Guisande (“Bonitinha Mas Ordinária” e “Amnésis”).

Com referências e homenagens aos filmes americanos sobre as grandes divas esquecidas do cinema e do teatro, a peça mostra Dora Lee, interpretada por Frank Menezes, uma velha atriz desajustada que decide voltar aos palcos, mas que terá de enfrentar seu pior inimigo: a falta de talento. Sua irmã Mabel (Marcelo Praddo) já foi uma atriz reconhecida, mas não atua desde que sofreu um acidente em cena. Apesar da rivalidade, existe uma relação cômica e perturbada de amor e ódio entre as duas irmãs, que se alternam nos papéis de atriz e espectadora uma da outra, dentro de casa. Mas esta rotina é quebrada com a chegada de um jovem dramaturgo e diretor teatral, Alex (João Guisande), que resolve ajudar Dora Lee a voltar aos palcos, o que alimenta a rivalidade entre as duas irmãs. A partir daí, surpresas, suspenses e reviravoltas marcam o tom cômico e misterioso da trama, jogando as personagens em situações imprevisíveis e inimagináveis.  

sábado, 14 de setembro de 2013

Peça didática de Brecht em debate no colóquio “O que é a pedagogia do teatro?”

 Peça didática de Brecht em debate no colóquio “O que é a pedagogia do teatro?”

A SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, dá prosseguimento, em setembro, ao Colóquio “O que é a pedagogia do teatro?”, que tem entrada gratuita e é aberto ao público.
Com curadoria e mediação da Prof.ª Dr.ª Ingrid Dormien Koudela, livre-docente da ECA-USP, o Colóquio propõe a organização de temas, a serem debatidos por especialistas, com a proposta de ser um instrumento de trabalho da Pedagogia do Teatro. Os assuntos, que se estenderão até o final deste ano, serão debatidos em 13 mesas, que vão enfocar a Pedagogia do Teatro, na prática e na teoria. “Incorporamos, na proposta do Colóquio, temáticas que alcançaram projeção significativa no discurso internacional e que pertencem aos conhecimentos reunidos na área. Os encontros pretendem se caracterizar como disciplina de integração entre os polos teatro e pedagogia, bem como de disciplinas limítrofes”, observa Ingrid Koudela.
A décima mesa está programada para o dia 17 de setembro, às 19h, e trará para o debate a diretora e professora Francimara Nogueira Teixeira e o ator, diretor e professor Vicente Concilio, que falarão sobre “A pedagogia da peça didática de Bertolt Brecht: pesquisas brasileiras contemporâneas”.
  
Sobre os participantes das mesas

Francimara Nogueira Teixeira
 Artista do grupo Teatro Máquina, de Fortaleza (CE), dirigiu os espetáculos “Leonce e Lena”, de Georg Büchner (2012), “Ivanov”, a partir de textos de Anton Tchecov (2011), e “João Botão”, a partir de textos de Michael Ende (2010), entre outros. Professora da Licenciatura em Teatro do Instituto Federal de Educação, Tecnologia e Ciência (IFCE). Atualmente, investiga a experimentação prática com o "Material Fatzer" de Brecht como modelo de ação. Doutora pelo Programa de Pós-Graduação em Artes Cênicas da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e mestre em Artes pela ECA/USP. Possui graduação em Psicologia pela Universidade Federal do Ceará (1997). É autora do livro “Prazer e crítica — o conceito de diversão no teatro de Bertolt Brecht” (Annablume, SP, 2003), além de artigos em publicações especializadas.
Vicente Concilio
Ator, diretor e professor da área de Teatro-Educação do Departamento de Artes Cênicas da Udesc (Universidade do Estado de Santa Catarina). É doutor em Teatro pela Universidade de São Paulo (2013), na qual realizou pesquisa sob a orientação de Ingrid Koudela, a partir da prática de encenação das peças didáticas de Bertolt Brecht. Seu mestrado foi publicado pela Editora Hucitec, na coleção Pedagogia do Teatro, sob o título “Teatro e prisão — dilemas da liberdade artística”. Possui experiência na área de Artes, com ênfase em Teatro, atuando nos temas teatro-educação, jogos teatrais, teatro em contextos escolares e formação de professores em arte. Desde 2011, coordena a área de Teatro do Programa de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid/Capes/Udesc). Dirigiu as peças “BadenBaden” e “Le Frigô”.

Serviço
Colóquio: “O Que é a Pedagogia do Teatro?”
Mesa 10: “A pedagogia da peça didática de Bertolt Brecht: pesquisas brasileiras contemporâneas”
Com Francimara Nogueira Teixeira e Vicente Concilio
Quando: Dia 17 de setembro, das 19h às 21h
Onde: SP Escola de Teatro – Sede Roosevelt
Praça Roosevelt, 210 – Consolação
Tel. (11) 3775-8600
Grátis

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

SP Escola de Teatro

Coxia | Informativo Semanal da SP Escola de Teatro | 13/09/2013
 
 
Projeto 'Sonata Fantasma Bandeirante'
Um ciclo de conferências e a criação de dois espetáculos inéditos compõem o projeto “Sonata Fantasma Bandeirante”, proposto pelo dramaturgo e encenador amazonense radicado em São Paulo Francisco Carlos, para a SP Escola de Teatro, em parceria com a Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP e o Instituto de Psicologia da USP.
As conferências, cujos diálogos pretendem compor o mosaico intertextual e desconstrutivo que caracteriza a poética cênico-teórica de Francisco Carlos, têm continuidade nos dias 14, 16, 23, 28 e 30 de setembro. Todas têm entrada gratuita e são abertas ao público, na Sede Roosevelt da SP Escola de Teatro.
Neste sábado (14), às 12h30, Katia Maria Abud, doutora em História Social pela Universidade de São Paulo (USP), falará sobre o tema “O bandeirante como representação da entidade paulista e o bandeirismo de apresamento e escravização indígena. Do seiscentos (século 17) à Chicago – SP do século 20. Símbolos e críticas.” No mesmo dia, o cientista social guarani Emerson Oliveira vai discorrer sobre “Ensino da história e cultura indígena em todas as escolas do Brasil, segundo o ponto de vista dos índios”.
 
Soninha Francine participa de leitura dramática na Escola
Soninha Francine, membro do Conselho Fiscal da Associação dos Artistas Amigos da Praça (Adaap), instituição que gere a SP Escola de Teatro, participará de uma leitura dramática realizada neste sábado (14), às 19h, na Sede Roosevelt da Escola. O evento será gratuito e aberto ao público.
A peça lida será "Quase Pagu", assinada por Asdrúbal Serrano. No elenco, além de Soninha, que interpretará Pagu e uma empregada doméstica, estão Rodrigo Ribeiro e Elenir Rodrigues, dando vida a personagens como Oswald de Andrade e Tarsila do Amaral. Para criar o texto, o autor lançou mão de uma série de poesias de Manuel Bandeira, Raul Bopp e Patrícia Galvão.
 
Peça didática de Brecht em debate no colóquio “O que é a pedagogia do teatro?”
A SP Escola de Teatro dá prosseguimento, em setembro, ao Colóquio “O que é a pedagogia do teatro?”, que tem entrada gratuita e é aberto ao público. Com curadoria e mediação da Prof.ª Dr.ª Ingrid Dormien Koudela, o Colóquio propõe a organização de temas, a serem debatidos por especialistas, com a proposta de ser um instrumento de trabalho da Pedagogia do Teatro.
A décima mesa está programada para o dia 17 de setembro, às 19h, e trará para o debate a diretora e professora Francimara Nogueira Teixeira e o ator, diretor e professor Vicente Concilio, que falarão sobre “A pedagogia da peça didática de Bertolt Brecht: pesquisas brasileiras contemporâneas”.
Saiba mais aqui.
 
Novos cursos de Extensão Cultural
Estão abertas as inscrições para os dois últimos cursos oferecidos pelo departamento de Extensão Cultural da Escola: "Introdução ao sistema Viewpoints de treinamento", orientado por Luah Guimarãez, e "Introdução ao desenho de animação", com Humberto Kehdy. Ambos os cursos são gratuitos.
Clique aqui para saber mais e se inscrever.
 
 
SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco
Sede Brás: Avenida Rangel Pestana, 2.401 – Brás – São Paulo
Sede Roosevelt: Praça Roosevelt, 210 – Consolação – São Paulo
+55 11 2292 7988 / 3775-8600 – info@spescoladeteatro.org.br

quinta-feira, 12 de setembro de 2013

ESTRELA RADIANTE


Fabiana Servilha, ex-aluna do FILMWORKS, é a primeira mulher brasileira a misturar ficção científica e terror nas telas de cinema. Só isso já é uma grande conquista, mas ela está indo além e acaba de entrar no 6º Festival Internacional. Conheça o filme, a diretora e saiba mais sobre o gênero.

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sábado, 7 de setembro de 2013

Coxia | Informativo Semanal da SP Escola de Teatro | 06/09/2013

Coxia | Informativo Semanal da SP Escola de Teatro | 06/09/2013
 
 
Projeto 'Sonata Fantasma Bandeirante'
Um ciclo de conferências e a criação de dois espetáculos inéditos compõem o projeto “Sonata Fantasma Bandeirante”, proposto pelo dramaturgo e encenador amazonense radicado em São Paulo Francisco Carlos, para a SP Escola de Teatro, em parceria com a Pró-Reitoria de Cultura e Extensão Universitária da USP e o Instituto de Psicologia da USP.
As conferências, cujos diálogos pretendem compor o mosaico intertextual e desconstrutivo que caracteriza a poética cênico-teórica de Francisco Carlos, começam na próxima segunda-feira, 9 de setembro, às 19h30, com a Profª. Drª. Ingrid Koudela, que falará sobre o tema “Vultos fantasmagóricos na poética teatral de Heiner Müller”, e com o ator, pesquisador e professor Hércules Morais, que ao lado de outros atores, como  Majeca Angelucci, fará a leitura cênica da peça “Vida de Gundling. Frederico de Prússia Sono Sonho Grito de Lessing”, de Heiner Müller, uma tradução inédita de Ingrid Koudela.
As palestras continuam nos dias 14, 16, 23, 28 e 30 de setembro. Todas têm entrada gratuita e são abertas ao público, na Sede Roosevelt da SP Escola de Teatro.
Saiba mais aqui.
 
Novos cursos de Extensão Cultural
Na segunda-feira (9), serão abertas as inscrições para os dois últimos cursos oferecidos pelo departamento de Extensão Cultural da Escola: "Introdução ao sistema Viewpoints de treinamento", orientado por Luah Guimarãez, e "Introdução ao desenho de animação", com Humberto Kehdy. Ambos os cursos são gratuitos.
Acesse o portal da Instituição na data marcada para saber mais e se inscrever.
 
 
SP Escola de Teatro – Centro de Formação das Artes do Palco
Sede Brás: Avenida Rangel Pestana, 2.401 – Brás – São Paulo
Sede Roosevelt: Praça Roosevelt, 210 – Consolação – São Paulo